3 de dez. de 2009

PRAZER

Agora a vida é assim:
eu vivo, como, ando, e sinto um prazer enorme nisso tudo.
Estou gostando de cozinhar como sempre gostei de comer.
(Mas eu ainda quero uma louça autolimpante!)
Tenho curtido ficar sozinha mesmo quando não é preciso.
(E uma roupa autopassante.)
Descobri que não preciso fazer coisas bonitas, úteis ou significativas.
Na verdade, eu nem preciso fazer nada.
Poderia viver apenas cozinhando, lavando e passando.
É tudo a mesma coisa.
A diferença não está no que eu faço ou deixo de fazer.
A diferença está em quem faz.
Quando estou de bem comigo, tudo o que faço se torna fonte de prazer.

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